Feiras VET Expo e PET SHOP Expo: Saiba quais as vantagens de expor e venha falar conosco sobre sua participação

 

Feiras de negócios tornam-se uma das principais estratégias para o crescimento e consolidação de uma empresa em seu competitivo mercado. Investimento pode gerar resultados a curto, médio e longo prazo

Por Marcela Fonseca da Clockwork Agência de Comunicação

 


Feiras VET EXPO e PET SHOP EXPO reúnem em um só lugar os principais profissionais dos dois segmentos - Crédito: Osiris Bernardino

 

São Paulo - Você já parou para pensar nas vantagens de expor seu negócio em uma feira? Reunindo em um só lugar fornecedores de produtos, serviços e tecnologias, compradores, especialistas e imprensa, uma feira de negócios é um ambiente privilegiado capaz de fomentar, ampliar e diversificar relações comerciais, seja qual for o ramo de atividade. Nos segmentos de medicina veterinária e pet shop, as feiras VET EXPO e PET SHOP que acontecem juntamente com o CONPAVEPA - Congresso Paulista de Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo, entre os dias 17 e 19 de outubro, em São Paulo, servem como referência. Durante os três dias, profissionais de empresas nacionais e internacionais, entre eles visitantes, palestrantes e expositores farão deste o evento de maior expressão, vantagem e oportunidade de negócios para os dois segmentos. E você e sua empresa podem fazer parte disso.

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), seja como comprador ou como ofertante, a presença em eventos dessa natureza é uma experiência única para empresários. Feiras de negócios alavancam oportunidades que vão muito além da concretização de negócios imediatos. E estar próximo de marcas que vendem serviços e produtos é uma integração capaz de configurar aditivos específicos a serem agregados à criação de oportunidades e à tomada de decisões estratégicas.

Entre as vantagens, ainda segundo o Sebrae, está o acesso à informação e o conhecimento de novas tecnologias, bem como a elevação da competitividade frente ao exigente mercado globalizado, além de promover o turismo de negócios que contribui para o crescimento do país.

 


Crédito: Sabrina Andrade/ Agência Clockwork

 

Diante das incertezas em função da recessão econômica que ainda afeta o Brasil, feiras como essas realizadas pela Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa) de São Paulo, em parceria com a Glocal Eventos, tornam-se uma das principais estratégias para o crescimento e consolidação de uma empresa em seu competitivo mercado. Segundo os organizadores da VET EXPO e da PET SHOP EXPO, no que diz respeito aos segmentos veterinário e de pet shops, a expectativa para o ano de 2017 são as melhores possíveis. E os interessados em fazer negócios durante o evento, ao se tornarem expositores podem esperar por resultados favoráveis.

 


Expectativa é que o setor cresça a partir do segundo semestre de 2017 - Crédito: Osiris Bernardino

 

O ano de 2016 foi de muita dificuldade. Foi um ano que o dólar esteve extremamente volátil e isso sem dúvida repercutiu de forma negativa na medicina veterinária brasileira. Diante do cenário, as empresas do nosso setor optaram por retardar alguns investimentos, adiando decisões estratégicas de expansão de negócios onerosos. Mas as expectativas para 2017 começam a melhorar, como vem ocorrendo nos dois últimos meses, mesmo assim deverá continuar devagar, mas acredito que no segundo semestre teremos um sinal favorável de melhora que deve continuar em 2018”, explica o diretor da Glocal Eventos, José Carlos Julianelli.

Com as reviravoltas na política e um cenário econômico incerto pairando em todo o país, os segmentos pet e vet sofreram baixa, no entanto, se mantiveram de forma positiva no mercado no ano passado. Presidente da Anclivepa-SP, Fernando Ibañez atribui isso ao peso e espaço cada vez mais familiar dedicado aos animais de estimação dentro dos domicílios brasileiros, tendência que tem se mantido forte e acompanhado o setor na última década.

Esses segmentos sentiram [a crise], mas não tanto quanto outros segmentos. Cuidar do pet tem se tornado para as famílias brasileiras uma obrigação tão importante, em nível de hierarquia, quanto cuidar da saúde. Quando a gente perde o emprego, ou por alguma outra razão precisa rever o orçamento, começa a cortar coisas supérfluas, mas os pets deixaram de ser supérfluos para as famílias. Talvez por isso o segmento tenha sentido um pouco menos do que outros segmentos dentro do mercado”, aponta.

Para o veterinário, dois fatores foram decisivos para que o mercado conseguisse terminar o ano com saldo positivo. O primeiro porque os brasileiros dão muita importância para o pet e o segundo porque existe um potencial enorme de crescimento dentro deste mercado. “Existe uma massa de manobra que não é explorada. Se imaginarmos que o Brasil tem cerca de 70 milhões de animais domésticos e que só 13 milhões vão ao veterinário por ano, há outros 60 milhões de cães e gatos que ainda não foram. E se uma pequena parte foi no ano passado, talvez isso tenha sensibilizado um pouco menos o mercado. Em 2016 o mercado cresceu menos do que em 2015, mas ainda assim houve um discreto crescimento, quase uma estagnação”, diz.

Julianelli e Ibañez explicam que as feiras integram expositores das principais empresas de pet food, laboratórios, cosméticos, editoras, empresas de equipamentos e acessórios para clínicas, hospitais, profissionais veterinários e pet shops e nesta edição devem dar fôlego aos atores destes segmentos. “As feiras são bastante diferentes, entretanto algumas empresas tem os dois públicos como alvos em seus negócios, tanto pet como vet, por isso a vantagem de estar nos dois eventos, além é claro de possuirmos uma política de preços totalmente diferenciada para facilitar o investimento nas feiras por partes dessas empresas”, comenta Ibañez.

 


Feiras acontecem em áreas separadas, mas integradas dentro do Transamérica Expo Center - Crédito: Osiris Bernardino

 

Enquanto a feira pet é direcionada para os profissionais que trabalham com pet shops e serviços de banho e tosa e conta com a participação do consumidor final, a feira vet é dedicada exclusivamente ao público veterinário. “Temos vários expositores grandes nas feiras, tanto na pet que tem um segmento extenso de mercado de groomer, enfeites e acessórios, que é bastante significativo dentro do mercado e tem um apelo para o consumidor final, e que pode entrar na feira, quanto na vet, onde estarão expostos os grandes laboratórios. E nós temos experimentado esse modelo da feira veterinária destinada só ao público veterinário e afins”, destaca Ibañez que comemora a separação das feiras por segmentos, alavancando os resultados.

Apesar de termos tido menor movimento na feira veterinária do que tínhamos cinco anos atrás, em número de pessoas, o número de negócios, pelo que dizem os expositores têm sido muito maior, porque nós temos direcionado o público que faz negócios com esses expositores. O investimento para um expositor estar em uma feira de negócios é muito grande para um grande laboratório. E levar um visitante para o stand de um laboratório, sem que essa visita gere relacionamento ou gere comércio, é desperdiçar o dinheiro do expositor. Então, modéstia à parte acho que tivemos uma boa ideia de segmentar as feiras. O que é pet, a pessoa que quer saber da ração, do lacinho, da coleira, da escova, vai lá no stand da escova e ele é o cara que vai negociar com aquele expositor. Mas o que é médico, vai negociar com o laboratório. Então a gente segmentando o visitante facilita a criação de novos negócios”, completa Ibañez.

Dados dos setores pet e vet no Brasil

O setor pet é o segmento do agronegócio relacionado ao desenvolvimento das atividades de criação, produção e comercialização de animais de estimação. O Brasil é o 2º maior do mundo em números de cães (52,2 milhões) gatos (22,1 milhões) aves canoras e ornamentais (37,9milhões). E é o 3º maior do mundo em faturamento e o 4º maior do mundo em população total de animais de estimação com 132,4 milhões dos 1,56 bilhão da população mundial.

De acordo com José Carlos Julianelli, diretor da Glocal Eventos, o faturamento do mercado pet está dividido da seguinte maneira: 67,3% corresponde ao Pet Food, 8% Pet Care e 7,7% ao Pet VET. Em 2015, o faturamento total dos setor foi de R$ 18 bilhões, tendo um crescimento de 7,6% se comprado com o período anterior, o ano de 2014.

No cenário mundial o Brasil é o 3º maior em faturamento com 5,3%dos US$102,2 bilhões que o segmento gera. O 1º colocado é Estados Unidos com 42%, seguido por Reino Unido com 6,7% e Alemanha em 4º com 5,1%”, afirma.

Segundo a última pesquisa do IBGE, no Brasil, o número de famílias que criam cachorros já é maior do que o de famílias com crianças. Os lares do país cuidam de 52 milhões de cães, o que dá uma média de 1,8 por domicílio, contra 45 milhões de crianças de até 14 anos. “Causas demográficas e econômicas mostram que o fenômeno, similar às nações ricas, vai se acentuar daqui para frente”, completa Julianelli.

 


crédito: Sabrina Andrada/Agência Clockwork